quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"QUEM AMA CUIDA"

Quem ama cuida!

Quer saber quais as coisas que você ama?


Acredito profundamente na máxima que diz: “Quem ama cuida”, e percebo que tal ditado se estabelece como critério avaliativo para pesarmos nossos relacionamentos.

Quer saber quais as coisas que você ama? É só verificar atentamente as coisas que você cuida, pois a gente só percebe que ama depois que descobre que cuida.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

CUIDADO COM SUAS PALAVRAS!

Precisamos ter muito cuidado com as palavras, principalmente entre os esposos. Injúria é falar mal. O falar mal está muito perto da maldição. A palavra dos cônjuges, unidos pelo Sacramento do Matrimônio, deve ser de bênção, ou seja, uma palavra de “bem + dição” = de dizer bem, não de “mal + dição” = de dizer mal, de falar mal um do outro.

Quando você fala mal, no fundo, é como se quisesse que aquilo acontecesse! Para ser bem franco, equivale a rogar uma praga, lançar uma maldição. Padre Robert DeGrandis, grande conhecedor do assunto, diz: “Cuidado com as suas palavras, porque: ou elas são bênçãos ou são maldições!”

Sem você perceber, a palavra de maledicência acaba sendo a palavra de maldição. Você não quer semear uma erva venenosa, mas se você deixar sementes escaparem entre os dedos estas sementes irão frutificar! Os esposos não podem falar mal um do outro. Da mesma forma, os filhos não podem falar mal dos pais e dos irmãos. Tampouco pais não podem ficar falando mal dos filhos. Cuidado, porque o que você fala é semente. E o inimigo de Deus está querendo que essas sementes caiam e frutifiquem.

Suas palavras precisam ser bênção. Se o marido errou, tenha palavras de bênção a respeito dele para tirá-lo do erro, para levantá-lo da lama em que escorregou e ficou caído. Assim também com a esposa e com os filhos. Cuidado com suas palavras!

Deus abençoe você!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

sábado, 2 de outubro de 2010

O CRISTÃO E O VOTO

Nós cristãos, que buscamos seguir os ensinamentos de Cristo Jesus, não podemos votar de forma irresponsável ou alienada. Nossa responsabilidade é muito maior, pois temos o dever de votar de forma consciente e de acordo com os ensinamentos de Jesus.

O nosso voto tem que expressar o que somos e no que acreditamos. Por isso, não podemos votar com o objetivo de usufluir de benefícios individualistas. Da mesma forma, não podemos votar por votar, devemos analisar os candidatos e à luz do Espírito Santo escolher aquele que nos parece ser o melhor, aquele que acreditamos que irá dar dignidade ao nosso povo.

Nesse momento eleitoral, não podemos ser egoístas pensando somente no nosso bem estar. Talvez seja até necessário nos sacrificar para o bem comum.

Portanto, aproveitemos a campanha eleitoral para escolhermos os candidatos, que se eleitos, irão nos representar, representando os nossos desejos de dignidade, justiça e tudo mais que desejamos para todo povo brasileiro.

Agora, se o candidato, após eleito, não cumprir o que prometeu, já não é nossa responsabilidade. Ele responderá diante de Deus pelas suas atitudes. A nós, caberá apenas a postura de não confiarmos nosso voto ao referido candidato nas próximas eleições.

Sendo assim, só me cabe dizer: VOTE COM RESPONSABILIDADE, você também tem que dar testemunho de vida através dele. Diga não às DROGAS, ao ABORTO e a CORRUPÇÃO.

Deus te abençoe!

By Franciele Oliveira

A FÉ E O VOTO SÃO ATITUDES PESSOAIS

Neste dia o Brasil todo se movimenta, principalmente porque aqui o voto é obrigatório, para eleger os nossos novos representantes, no Estado e no País. O voto deve tornar a Nação mais conforme com a vontade do Senhor, mais justa e fraterna. Por isso ele [voto] deve ser mais ético. Mas o que entendemos com isso? Ele deve expressar, de forma esclarecida e consciente, a nossa cidadania, superando os desencantos com a política, elegendo pessoas comprometidas com o respeito à vida, à família e à dignidade humana.

Podemos colaborar na construção de um país melhor, mais coerente na administração de sua riqueza e de seus bens. Por isso é importante ir às urnas e votar com liberdade, como expressão de fé e cidadania, sabendo do resultado de tudo isso.

A escolha de bons candidatos é como a escolha do bem ou do mal. Isso significa que o voto tem uma dimensão de fé e de presença de Deus. O que está em jogo é a preocupação com o ser humano. Assim, não podemos dar crédito a pessoas hostis à dignidade das pessoas.

A hora é de colocar a confiança no Senhor e agir com a força da fé. Muitos eleitos têm sido pessoas inúteis e até perniciosas para o Brasil. Agem com atitudes farisaicas, com aparência de ovelhas, mas com prática de lobos ferozes. Quem não tem o coração disponível para Deus e para os princípios de Sua Palavra, não é apto para representar autenticamente a população. Os objetivos dessas pessoas, com facilidade, se tornam reducionistas, servindo a si mesmas e aos grupos de interesse delas.

A fé e o voto são atitudes pessoais, com postura de liberdade. Aí se fundamentam os parâmetros da vida cristã e cidadã. É preciso votar, então, com fé, sabendo que este é o caminho da autoridade credenciada e confirmada por Deus.

Não podemos abandonar nossas raízes cristãs nas horas decisivas da vida. O Altíssimo está sempre presente se estamos também com Ele. É a fé que nos dá lucidez, olhos abertos, confiança e comprometimento com as necessidades do nosso povo.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

"QUEM FOGE DE RELACIONAR-SE, DEIXA DE CRESCER..."

Quando fugimos da vida e dos relacionamentos, escondendo-nos em máscaras, vícios e inverdades, criamos ilusões que nos impedem de nos construirmos e de enfrentar a vida como ela é. E retiramos do existir a autenticidade instaurando assim no coração a frustração.

Nossa sociedade é marcada pela criação de múltiplas maneiras de camuflar a vida, destituindo-a de seu significado. Em nosso cotidiano é comum a muitos gastarem inúmeras horas diante de um computador, que – se não for bem utilizado – pode lhes roubar do “dever-desafio” de se afirmarem como pessoa e os fazem substituir os relacionamentos com pessoas no real. Pois, a virtualidade lhes imprime uma falsa segurança, que lhes permite ocultar suas fraquezas, revelando de si apenas uma imagem irreal. . Pois, a virtualidade lhes imprime uma falsa segurança, que lhes permite ocultar suas fraquezas, revelando de si apenas uma imagem irreal.

Para além do virtual também é possível esconder-se na fabricação de uma falsa imagem, que por sua vez, nos impedirá de sermos amados e conhecidos naquilo que somos. O relacionar-se é uma realidade que nos caracteriza como humanos, e na medida em que nos relacionamos com mais qualidade, mais “gente” nos tornamos. Quem se relaciona, envolve-se: Ama e é amado, decepciona-se e decepciona, perde e ganha… Enfim, está sujeito às contrariedades que compõem o envolver-se, mas, nem por isso tem o direito de fugir por medo de sofrer. É fácil e conveniente evitar o relacionamento com os outros, principalmente se nos causam problemas. Contudo, se fizermos isso, estaremos nos esquivando das respostas exigidas pela vida; dessa forma, trilharemos um caminho que desembocará na angústia e na solidão.

É no relacionar-se que somos moldados e nos tornamos melhores; por isso, fugir da convivência com outros é eliminar da vida a possibilidade de crescer. Para que adquiramos a devida maturidade, nosso amor não pode ser superficial, fazendo-nos desistir daqueles que não compreendemos e que não nos agradam. Quem ama não desiste do outro, mas acredita nele mesmo sem o compreender em plenitude.

Amar é doar-se, é assumir o outro com suas conseqüências e circunstâncias, independentemente das dificuldades contidas nessa opção.

Não existe vida sem envolvimento, e conseqüentemente, sem os conflitos próprios da relação. A vida é movimento, e para entender alguém é preciso ter a delicadeza para compreender as transformações que acompanham essa pessoa. Cada pessoa é dinâmica, é movimento: “Ninguém conversa com a mesma pessoa duas vezes”, pois, a cada minuto novas experiências operam no ser uma constante transformação, fazendo com que a pessoa de hoje não seja a mesma amanhã. Para construir sólidos relacionamentos é necessário estar disposto a descobrir novamente o outro a cada dia.